A empresa Angola LNG retomou a produção de gás natural liquefeito após uma “paragem controlada” iniciada em Dezembro passado, noticiou ontem a imprensa internacional da especialidade que citou fonte da empresa.

A Angola LNG, parceria liderada pelo grupo norte-americano Chevron cujas instalações no Soyo foram construídas pela outra companhia norte-americana Bechtel, tem registado uma série de paragens programadas e não-programadas desde que retomou as exportações em Junho de 2016, após uma paragem de dois anos para reparações de grande dimensão.

Lançado em 2007 para aproveitar o gás natural resultante da exploração petrolífera, o projecto reúne, além da Chevron (36,4 por cento), a angolana Sonangol (22,8 por cento a britânica BP Exploration (13,6 por cento), a italiana ENI (13,6 por cento) e a francesa Total (13,6 por cento).

Em Junho, a empresa lançou um concurso para a venda do primeiro carregamento de gás natural liquefeito desde que a unidade do Soyo encerrou de forma inesperada em Abril de 2014.

O primeiro carregamento de 160 mil metros cúbicos de LNG destinado ao Brasil foi entregue no terminal de regaseificação da Petrobras na baía de Guanabara, Rio de Janeiro, em Junho passado a bordo do navio-tanque Sonangol Sambizanga.O gás foi carregado no Sambizanga, um navio-tanque da empresa, entre os dias 3 e 5 do mesmo mês, numa altura em que o preço do gás natural registava uma queda de cerca de dois terços para menos de cinco dólares por cada milhão de BTU (“British Thermal Units”). A par do petróleo, o mercado do gás natural alterou-se profundamente desde Abril de 2014.

Em Julho do ano passado, a Angola LNG Marketing previa exportar anualmente 5,2 milhões de toneladas de gás natural liquefeito  em 70 carregamentos.

Além do gás natural liquefeito, a empresa, que assegura as operações comerciais do projecto Angola LNG, inclui na carteira de produtos a exportação de gases como propano, butano e condensados. A companhia assinou diversos acordos para a venda de gás natural liquefeito com empresas do sector energético em todo o mundo.

Avaliado em 10 mil milhões de dólares, Angola LNG representa um dos maiores investimentos alguma vez efectuados na indústria petrolífera angolana, dispondo de sete navios-tanque e três cais de carregamento. Tem por objecto eliminar a queima de gás, fornecer energia limpa e fiável aos clientes.

Rosa Bessa - directora provincial da saúde de Luanda
Vários doentes e acompanhantes destes que acorrem diariamente ao Hospital do SIGA, sita na rua do Porto Santo, bairro Hoji-Ya-Henda, município de Cazenga, Província de Luanda, manifestam-se agastados pelo alegado péssimo atendimento prestado pelo corpo clínico local.

Fazendo fé nas informações em nossa posse, naquele hospital, o paciente que pretende ser atendido com alguma brevidade, deve fazer-se presente às 05 horas ou às 06 horas respectivamente, para poder alistar o seu nome em lugar cimeiro, numa folha de papel posta a circular na secretaria do hospital.

“Lamentavelmente”, segundo alguns dos pacientes e seus respectivos acompanhantes, o hospital jamais atende com brevidade, excepto, dizem, àqueles que tenham algum amigo ou familiar no referido estabelecimento hospitalar.

“A pessoa traz um doente, tem de esperar para que o nome conste numa lista e aguarda às chamadas que para começar levam longas horas. Eles (Hospital) até podem desdramatizar o facto, mas a realidade está nua, aos olhos de todos”, desabafou o jovem Carlos, que carregou pelos ombros o irmão ao hospital, face a contundência da febre que assolava o petiz.

Entretanto, o jovem denunciante entende que o hospital regista diariamente muita enchente, mas também critica o corpo clínico por alegadamente atender de “modo muito titubeante”.

Similarmente irritado ao anterior interlocutor, Luísa Quinguegue, estudante de enfermagem, expôs o que está aprendendo na universidade, e garantiu que todo o doente deve ser submetido à Triagem, pois, segundo a aspirante à enfermeira, Triagem é o processo pelo qual se determina a prioridade do tratamento de pacientes com base na gravidade do seu estado.

“Mas no SIGA, pelo que percebi, os pacientes só são observados urgentemente quando dão entrada ao hospital arrastados por alguém”, lamentou, acrescentando, que, “muitos dos doentes que são consultados no hospital supra preferem fazer às análises médicas no Laboratório de Análises Clínicas Simão Oliveira, sita do lado adjacente àquele Hospital, por ser mais célere e garantir confiança”, sentenciou.

Contactado, uma fonte do hospital desdramatizou o facto, alegando que os técnicos de saúde que aí labutam fazem muito esforço para salvar vidas, dado o número reduzido de pessoal, associado ao número incalculável de doentes que aí acorrem.

“É verdade que o atendimento não tem sido o ideal, mas temo-nos esforçado bastante para dar a cada um dos pacientes, um atendimento à altura”, garantiu, adicionando, “nos últimos tempos temos atendido melhor do que antes, muito por causa da redução significativa da malária e febre-amarela”, advogou.

João Maninho Cololo
Fonte: JA


A UNITA nasceu de uma matriz tribalista e até hoje tem dificuldades em ser um partido verdadeiramente inclusivo.


A afirmação é de João “Maninho” Cololo, que foi até ontem membro suplente do Comité Nacional e Representante da UNITA na Holanda. Cololo fez duras críticas à liderança de Isaías Samakuva, a quem acusou de ser uma espécie de guardião da doutrina de Savimbi em relação a quem deve (e quem não deve) pertencer à direcção do partido.


Em conferência de imprensa, João Cololo disse que, em termos de ascensão, na UNITA existe uma barreira invisível para quem não é originário da região sul do país. E citou o caso de Raul Danda, natural de Cabinda, como exemplo de quem está condenado a ser um “eterno segundo homem” na direcção da UNITA, tal como foi António Dembo, quando Jonas Savimbi era vivo.


O ex-dirigente da UNITA disse que o cargo de vice-presidente tem como função evitar que sejam acusados de tribalismo. No elenco da direcção não existe homens do norte. “Já me desloquei a quase todas as províncias e constatei que os secretários da UNITA do lado norte não governam sozinhos, têm sempre alguém do Sul, da confiança do executivo nacional, que governa na sombra”.

Segundo Maninho Cololo, nas províncias os dirigentes oriundos do Norte servem apenas para mobilizar e buscar votos. “Isso só demonstra que um dia que a UNITA assuma o poder, quem não for do Sul será substituído pelo adjunto que é do Sul”, disse, evocando o seu próprio caso em relação à Comissão Permanente, órgão de direcção do partido, onde foi membro suplente.

Mas o caso de Cololo não é isolado. O ex-dirigente da UNITA fala em duas classes de dirigentes: a que faz parte da estratégia e a que apenas participa na sua execução. “Sim, temos entre os representantes da UNITA os da classe um e dois, como foi no último congresso, em que uns tiveram um apoio especial e outros, como eu, fomos os representantes no exterior do país e mais nada.” João Cololo considera-se injustiçado, pois como director da campanha de Samakuva no exterior esperava melhor tratamento. O ex-dirigente da UNITA sentiu-se traído quando chegou a Luanda por ocasião do congresso, pois viu a documentação relativa ao trabalho no exterior ser transferida para outras mãos. “Os documentos da comissão das relações externas já não passaram por mim, porque quando lá cheguei a comissão já estava a trabalhar na documentação sem sequer com o meu aval. Logo, é um acto negativo.”
Alfredo Pitra - jurista
Por Redacção

O jurista Alfredo Pitra foi raptado hoje por indivíduos até aqui não identificados, por cerca das 22h:00, na zona do Zango, em Luanda, informou o mesmo por mensagem à família.

Consta que o jovem de 28 anos de idade, formado pela Universidade Gregório Semedo, encontra-se ainda ferido, vítima de um recente ataque de alegados marginais que o balearam no abdómen, estando a ser assistido de forma periódica por profissionais de saúde da Clínica Multiperfil.

Fazendo fé nas informações em nossa posse, Alfredo Pitra separou-se recentemente da noiva – Cláudia, a pedido desta, pese embora o referido jurista se tenha revelado contra a decisão dela, mas foi forçado a aceitar a situação, dado o facto de tal diferendo ter sido alegadamente dirimido na esquadra policial do Zango II.

O caricato é que desde então, Alfredo Pitra tem sido alvo de várias ameaças de morte por via de SMS, do qual se destaca a seguinte mensagem: “Já conhecemos a tua casa, de noite irás ter problemas. Vamos-te matar se andares atrás dela”, lesse.  
    
jornalfalante@hotmail.com

O impasse diplomático está instalado. Angola e Israel – países amigos e parceiros em diversas áreas, divergiram quanto ao assentamento de Israel nas zonas da Cisjordânia e Jerusalém ocidental, circunscrições atribuías pela ONU à Palestina, desde 1947.


Ora, do ponto de vista “político-legal”, Angola tomou a posição mais acertada ao votar no Conselho de Segurança das Nações Unidas, a favor da Resolução que obriga a retirada de Israel das zonas enunciadas.

Por outro lado, a administração de José Eduardo dos Santos cometeu um erro estratégico do ponto de vista das relações internacionais – tendo em conta que o Estado hebreu é parceiro sensivelmente estratégico para Angola. Ao votar contra Israel, os descendentes de Ngola ignoraram os factos históricos que levaram os judeus a alargar o seu território para lá das delimitações geográficas definidas pela ONU.


Após o domínio do império Otomano sobre a Palestina, o território ficou sob administração da Grã-Bretanha, que por causa de incessantes conflitos entre ingleses, judeus e árabes, face ao incumprimento da então promulgada Declaração de Balfour, que visava a constituição de um “lar judeu na Palestina”, o Reino Unido viu-se obrigado a ceder a administração da Palestina à ONU - instituição que após várias discussões e minuciosos estudos, decidiu, sob presidência do brasileiro Osvaldo Aranha, a partição da Palestina em dois Estados: um Árabe outro Judeu. Mas dominados pela vontade de eliminar os judeus da face da terra, os árabes rejeitaram às recomendações das Nações Unidas. 

Com o apoio militar directo do Egipto, Síria, Iraque, Jordânia e outros países árabes, os palestinos investiram fortemente contra Israel, o Estado hebreu zangou-se a sério e após ter vencido as respectivas batalhas, ocupou as zonas da Cisjordânia e toda Jerusalém. Hoje, após estarem cientes de que é inevitável a permanência de Israel na zona, os árabes reivindicam a legitimidade das circunscrições supra. Entretanto, se a República de Angola tivesse em conta os factores ora enunciados, preservaria sua relação com o Israel e, consequentemente, os hebreus não quebrariam a relação de amizade e cooperação que há muito partilha com o Estado angolano.

Mas como diz o adágio popular: «O que está feito está feito», resta aos dois chefes de Governo (Eduardo dos Santos/Angola, Benjamim Netanyahu/Israel) criarem as condições para o reatar da confiança e cooperação – elementos essenciais para uma sã convivência não só entre pessoas mas também entre os Estados.

Ora, os judeus dizem-se traídos por alegadamente terem recebido garantias de diplomatas angolanos de que abster-se-iam da votação. Entretanto, diante de tal realidade, só resta ao estadista angolano, José Eduardo dos Santos, sentar-se à mesa com o chefe de Governo israelense, explicando (com tacto) o que efectivamente terá passado e juntos encontrarem cominhos subsequentes que visem aperfeiçoar as referidas relações estratégicas.       

Por Redacção

A história repete-se. Mais uma vez (após o holocausto), os hebreus estão sob mira das potências mundiais que por incompreensão, insensibilidade humana e histórica pretendem reduzir o pequeno Estado a favor dos árabes palestinianos – conhecidos pela sua desorganização e crueldade.


A parcialidade com que foi aprovada a resolução nº 2334 durante a última sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que impede rigorosamente os assentamentos de Israel na Cisjordânia e Jerusalém não só é irresponsável, bem como revela um grau acentuado de ignorância dos factos que levaram o Estado israelense a alargar o seu território para lá das delimitações geográficas definidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1947.


Contrariamente ao que alegadamente se pretende alcançar – justiça e paz, a resolução aprovada por todas as potências mundiais, incluindo as potências africanas: Angola e Senegal, poderá gerar um sentimento de legitimidade aos grupos árabes que os levará a intensificar ataques terroristas contra judeus que, obviamente, poderão responder de forma inconsequente. Conhecemo-los bem!

O moderno Estado judeu

A verdade porém é que do ponto de vista “político-legal”, a Cisjordânia e Jerusalém ocidental não são parte de Israel. Após a Grã-Bretanha ceder a administração da província da Palestina (muito antes denominada província judaica), às Nações Unidas, face aos conflitos entre britânicos, israelitas e árabes naquela localidade, a ONU decidiu, durante a reunião do dia 29 de novembro de 1947, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha, a partiç da zona em dois Estados: um árabe e outro judeu. Mas antes destas explicações, vamos situar o caro leitor sobre como tudo inicialmente se desenrolou.


Como é do conhecimento geral, a maioria do povo judeu foi parar em diversos países europeus, dos quais, a Alemanha, fruto da agressão das potências de então e da escravidão a que foi submetida. Antes disso, vivia pacificamente naquelas zonas do Médio Oriente (importa dizer que nem todos judeus haviam sido retirados da referida circunscrição).


Ora, após o término da Primeira Guerra Mundial e a queda do Império Turco-Otomano, a antiga província da Palestina passou a ser administrada pela Grã-Bretanha. Atendendo às solicitações dos líderes hebreus, os ingleses promulgaram em 1917 a Declaração Balfour, onde a Grã-Bretanha se comprometia a ajudar a construir um "lar judaico" na Palestina, com a garantia de que este não colocasse em causa os direitos políticos e religiosos das populações não-judaicas.


Mas a reacção violenta dos árabes a partir da década de 1920, impeliu os ingleses a recuar de sua promessa, implementando políticas de restrição à imigração de judeus. Entretanto, a ascensão do Nazismo inicia uma perseguição antijudaica sem precedentes. Os judeus da Europa começam a ser perseguidos e por fim aprisionados e massacrados, numa grande tragédia humana igualmente vivida por outros povos envolvidos na Segunda Guerra Mundial. A morte massiva dos judeus e de outros grupos denominou-se Holocausto.

Na Palestina, nacionalistas árabes foram insuflados a não aceitar a migração de judeus. Mohammad Amin al-Husayni, Grão-Mufti de Jerusalém (máxima autoridade religiosa muçulmana) se alia aos nazistas e promove perseguições antijudaicas. Mas face a investida israelense, como dissemos acima, a Grã-Bretanha cedeu a administração da Palestina Britânica à ONU que, fruto de intensas discussões e minucioso estudo decidiu dividir o local para dois Estados: Árabe e Judeu que deveriam formar uma união económica e aduaneira.


Árabes negam acordo


A decisão da ONU foi bem recebida pela maioria das lideranças sionistas (israelitas), embora tenha recebido críticas de outras organizações, por não permitir o estabelecimento do Estado judeu em toda a Palestina. Mas os palestinos não aceitaram a partilha e com o apoio de cinco países vizinhos (Egipto, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque) iniciaram o conflito, atacando os bairros e cidades judeus.

Vencido o conflito, Israel ocupou cerca de 75% do território que seriam destinados aos palestinos e a parte ocidental da cidade de Jerusalém. Já em julho de 1956 o líder do Egipto Gamal Abdel Nasser ocupa, nacionaliza e bloqueia o Canal de Suez impedindo o acesso de navios israelenses.


EUA e União Soviética juntos contra os judeus


Face a ousada investida egípcia, Israel ataca o adversário supracitado penetrando na Península do Sinai, mas é obrigado a recuar pela pressão dos Estados Unidos da América e da União Soviética. A ONU envia uma força de paz internacional a Suez. Em 1964 é fundada no Cairo a Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Ao longo das duas décadas anteriores houve ataques terroristas esparsos contra Israel apoiados por países vizinhos.


Entretanto, com o acirramento das hostilidades e ante a iminência de um ataque militar conjunto árabe, Israel ataca Egipto, Síria e Jordânia em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como a “Guerra dos Seis Dias”, termina em 10 de junho com a vitória de Israel e a conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia e das Colinas de Golã, Jerusalém é reunificada e Israel passa a ter acesso ao Muro das Lamentações, local mais sagrado da religião judaica.


Após a eleição de Yasser Arafat como presidente da OLP em 1969. A organização terrorista passa a fomentar inúmeros ataques contra Israel, que responde atacando constantemente as bases da OLP na Síria e no Líbano. Em 6 de outubro de 1973, durante o feriado de Yom Kipur, Israel é atacado por uma força conjunta de tropas da Síria e do Egipto apoiadas pela Jordânia. O ataque-surpresa abre duas frentes de combate e impõe seríssimas perdas ao exército israelense. A contra-ofensiva demora a reagir, mas em algumas semanas consegue repelir o ataque e a pressionar os exércitos árabes. Igualmente incompreendido e injustiçado, os Estados Unidos e a União Soviética impõem a Israel um recuo. Mesmo assim Israel vence a guerra.


Porém, há que reter três coisas nessa luta dos árabes contra Israel: 1º a vontade expressa dos árabes em eliminar os judeus na zona do Médio Oriente, quiçá do planeta. 2º A recusa dos árabes palestinianos quanto a decisão da ONU em dividir a localidade em dois Estados foi com base na confiança e fé de que com a ajuda da comunidade Árabe teriam expulsado os judeus o mais rapidamente possível da zona. Ledo engano. 3º Agora cientes da capacidade de ataque e defesa israelense e a consequente impossibilidade de poder eliminá-los daquela circunscrição, os árabes exigem a devolução das terras ocupadas por Israel frutos das vitórias alcançadas em combates. No entanto, sabemos todos que a política não funciona com base a simples arrependimentos.    
  

Entretanto, face aos factos vertidos, não se percebe até aqui por que razão objectiva Israel vem sendo tão odiado, vilipendiado e injustiçado não só pelos árabes mas também pelos ocidentais. Na verdade, o Estado hebreu tem feito um esforço sem igual para manter em segurança o seu povo, que não terá segunda chance ou perdão, caso algum dia, por falha no sistema de segurança e inteligência seja atacado seriamente por dentro.

William Afonso Tonet, um dos vice-presidentes da CASA-CE, fundador e director-geral do Bissemanário F8 – órgão de comunicação social distinguido dentre outros pela sua coragem em relatar escândalos de altas figuras do aparelho do Estado, poderá abdicar de sua militância por estar a ser alvo de perseguição no interior da referida organização política, noticiou a Rádio Despertar – emissora comercial ligada à UNITA, maior partido na oposição angolana.

Segundo a referida emissora, a tensão entre William Tonet e alguns dos seus companheiros de coligação política, sucedeu pelo facto de o jornal Folha8 - online ter publicado vários textos considerados prejudiciais para a CASA-CE, dada a disputa eleitoral que já começou. Questionado por um dos militantes seniores do partido, sobre as motivações de tais publicações, fala-se que William Tonet alegou que o seu jornal é independente e que está comprometido com a verdade.

Na sequência de seu informe, a Rádio Despertar foi mais longe, avançando nomes de alegados membros da CASA-CE que estejam a perseguir o referido vice-presidente.
Copyright © 2013 Disputas Políticas