DONALD TRUMP PODE SER UM ESPIÃO RUSSO?

Nunca, ao longo dos seus 240 anos de independência, o sistema eleitoral dos Estados Unidos da América ficou tão negativamente exposto como no presente momento. Pior em tudo isso é que o presidente eleito Donald Trump, por ignorância ou por maquiavelismo acrquitectado contra o Estado norte-americano, faz descaso do perigo que tal representa.
Entretanto, é óbvio que o empresário Trump é um cidadão americano por naturalidade, pois nasceu a 14 de Junho de 1946, na cidade de Nova Iorque, mas a sua indiferença em relação a superioridade nos últimos dias revelada pela Federação russa sobre os EUA geram dúvidas sobre os seus principais objectivos.

Ora, há muito que os russos dão mostras claras de pretender arrastar os Estados Unidos da América para uma guerra, mas a referida superpotência tem agido com diplomacia aos insultos quase imperdoáveis. A administração de Barack Obama foi a pior em relação a ameaça supracitada.
Jamais os americanos se queixaram tanto sobre ciberataques advindos da Rússia como nos dias que correm. Para dramatizar ainda mais a consciência colectiva, o Serviço Central de Inteligência (CIA) acusa a Rússia de ter intervindo no processo eleitoral americano com o propósito expresso de ajudar o candidato republicano.

Por sua vez, Donald Trump (como americano conservador/de gema), ao invés de se predispor a colaborar com as investigações, insurge-se contra a CIA, descredibilizando o trabalho levado a cabo pela referida agência de inteligência. O empresário se limita a lançar farpas aos democratas, acusando aquela prestigiada agência de inteligência de parcialidade, esquecendo-se, obviamente, que são os republicanos que mandam nos serviços de inteligência e noutros órgãos de defesa e seguranças americanos.

“Esta teoria é ridícula. Não acredito nas conclusões da CIA de que a Rússia realizou ataques informáticos para me ajudar a vencer as eleições Presidenciais norte-americanas de 8 de novembro. Eu penso que os democratas estão a impulsionar este assunto porque sofreram uma das maiores derrotas na história dos Estados Unidos", diz Donald Trump, que tal como se revela indiferente pela descredibilização das instituições americanas, não se dá ao luxo de tecer algumas considerações sobre as matanças levadas a cabo pela Rússia na cidade de Alepo, onde as mães pretendem matar as próprias filhas para salvarem-nas das constantes violações sexuais.

O acordo conseguido de forma quase incondicional pelo regime de Assad é uma clara vitória da Rússia e do Irão sobre os EUA e a União Europeia que publicamente apoiaram o grupo rebelde. Mas tal parece insignificante para Trump. Portanto, é um sonho para os russos ter um infiltrado que se torne figura importante no aparelho de Estado norte-americano e vice-versa. Pois, o Estado israelense teve um que quase chegou a ministro na Síria.

A verdade porém, é que a simpatia manifestada por Donald Trump ao autocrático Vladmir Putin é repugnante e uma ofensa aos valores que os Estados Unidos dizem defender.

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